A estenose carotídea tem papel central na etiologia dos eventos isquêmicos cerebrais. Este estudo retrospectivo avaliou 63 pacientes com estenose carotídea operados entre 2008 e 2015, por endarterectomia ou angioplastia com stent, para determinar as variáveis que influenciam a evolução clínica.
Houve associação significativa do pior desfecho com idade igual ou superior a 70 anos, tabagismo e acidente vascular cerebral isquêmico prévio. A hipertensão, embora mais prevalente, não se associou significativamente à piora clínica, e não houve diferença significativa entre as duas técnicas cirúrgicas isoladamente.
Artigo publicado em inglês.